sábado, 2 de outubro de 2010

Ilusão


Sinistro como fúnebre segredo, passa o vento do norte murmurando nas densas árvores.
A noite é fria... e eu, solitário, continuo andando pelas ruas escuras por sombras fatais.
À medida que avanço os meus pensamentos... vejo que nada vejo se não for você, como as ondas do mar, eu me arrasto alucinado
atrás de você, só para dizer que eu te amo.

Ouço os cães latindo, todos parados olham uma linda moça que vem em minha direção,
Não consigo enxergar nada, mas ouço uma voz que diz: "vem comigo, meu amor...".

Nenhum comentário:

Postar um comentário